DOENÇA INDUZIDA POR EMOÇÕES - DIE

 A DOENÇA DE ORIGEM EMOCIONAL E O CONCEITO DE D.P.C. SEGUNDO DR. JOHN A. SCHINDLER

​1 INTRODUÇÃO

​A relação entre o estado psíquico e as manifestações somáticas constitui objeto central do estudo da medicina psicossomática. O médico norte-americano John A. Schindler formulou o conceito de Doença Induzida por Emoções (DIE), identificando que parcela significativa dos atendimentos clínicos decorre de alterações fisiológicas provocadas por estresse emocional contínuo. Como causa primária desse quadro, Schindler estabeleceu o trinômio D.P.C., acrônimo para Dificuldades, Preocupações e Contrariedades (SCHINDLER, 1965).

​2 O TRINÔMIO D.P.C. E SEUS COMPONENTES

​O modelo conceitual do D.P.C. categoriza os fatores estressores da vida cotidiana que, quando mantidos de forma crônica, desencadeiam disfunções orgânicas: ​Dificuldades: referem-se aos obstáculos concretos e práticos vivenciados pelo indivíduo, abrangendo adversidades econômicas, profissionais ou interpessoais; ​Preocupações: caracterizam-se o estado de antecipação ansiosa diante de cenários futuros hipotéticos, gerando apreensão contínua e desgaste mental. ​Contrariedades: expressam conflito psíquico decorrente do desalinhamento entre a realidade fática e as expectativas individuais.

​3 MECANISMO FISIOLÓGICO DA DOENÇA INDUZIDA POR EMOÇÕES

​A sustentação prolongada de estados mentais focados no D.P.C. estimula continuamente o sistema nervoso autônomo. Esse processo resulta na hiperativação do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal, elevando os níveis séricos de cortisol e adrenalina. O impacto fisiológico manifesta-se em alterações funcionais, tais como espasmos vasculares, hipertonicidade muscular e distúrbios gastrintestinais.

​4 CONSIDERAÇÕES FINAIS

​A abordagem do Dr. John A. Schindler reitera que a Doença Induzida por Emoções apresenta sintomas físicos legítimos, gerados por estímulos mentais persistentes. O enfrentamento do D.P.C. exige a readequação da atitude mental e do processamento cognitivo frente às adversidades diárias, atuando de forma preventiva sobre a integridade somática do indivíduo.

​REFERÊNCIAS

​SCHINDLER, John A. Como viver 365 dias por ano. Tradução de Maria Luiza do Val. São Paulo: IBRASA, 1965.



Comentários

Missões

GRANDE FINAL GENESIS A APOCALIPSE

MULHER PREGADORA OU PASTORA

COMO DESENVOLVER UMA LIDERANÇA SÓLIDA

5 capelania evangélica a depressão

Resumo Analítico: O Ciclo do Prazer e da Dor na Neurociência

Leônidas e a grande comissão